segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Simples...
Vício de ti - Mesa
Amigos como sempre
Dúvidas daqui pra frente
sobre os seus propósitos
é difícil não questionar.
Canto do telhado para toda a gente ouvir
os gatos dos vizinhos gostam de assistir.
Enquanto a musica não me acalmar
não vou descer, não vou enfrentar
o meu vício de ti não vai passar
e não percebo porque não esmorece
ao que parece o meu corpo não se esquece.
Não me esqueci, não antevi, não adormeci, o meu vício
de ti (2x)
Levei-te à cidade, mostrei-te ruas e pontes
Sem receios atraí-te às minhas fontes
Por inspiração passamos onde mais ninguém passou
Ali algures algo entre nós se revelou.
Enquanto a música não me acalmar
não vou descer, não vou enfrentar
o meu vício de ti não vai passar
não percebo porque não esmorece
será melhor deixar andar
Será melhor deixar andar
Não me esqueci, não antevi, não adormeci, o meu vício
de ti (3x)
Eu canto a sós pra cidade ouvir
e entre nós há promessas por cumprir
mas sei que nada vai mudar
o meu vício de ti não vai passar, não vai passar...
Labels: Mesa
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Gosto desta. O som não é dos melhores, mas pronto, é o que se arranja.
Enjoy (ou En"Frisumo", ou En"Fanta"... eu sei, piada má, esqueçam).
Arrefece - Mesa
Não sei porque é que nada acontece.
É sempre a mesma vida, sempre o mesmo stress.
Não sei porque é que sentes a minha falta.
Cada dia que passa, um de nós arrefece.
Será do meu trabalho da foice e do martelo,
de estar cada vez mais ordinária e impossível.
É a vida que nos toca.
O relógio nunca para, o síndrome da repetição.
É o fogo que se apaga e o medo da solidão
o problema é da saída não estar aqui à mão.
É o fogo que se apaga e o medo da solidão
o problema é da saída não estar aqui à mão.
É a vida que nos foge, ou então é a sensação.
Não vale sequer o número de apelar ao coração.
Ser mal paga no trabalho, entupida por um sermão.
andar meio à deriva. Mal por mal, não ter religião.
É o fogo que se apaga e o medo da solidão
o problema é da saída não estar aqui à mão.
É o fogo que se apaga e o medo da solidão
o problema é da saída não estar aqui à mão.
Passo o tempo a ir embora.
o corpo foi, eu demoro, eu demoro.
eu demoro.
É o fogo que se apaga e o medo da solidão
o problema é da saída nao estar aqui à mão.
É o fogo que se apaga e o medo da solidão
o problema é da saída não estar aqui à mão.
É o fogo que se apaga e o medo da solidão
o problema é da saída, o relógio nunca para,
sindrome da repetição...
Labels: Mesa
quarta-feira, 16 de julho de 2008
A letra desta está muito bem feitinha...
Boca do mundo - Mesa
Se a chama chega,
E ninguém chega à chama
De que vale arder?
Se o barco parte sem velas,
De que serve a maré?
Não se mostra o trajecto
A quem parte para se perder
Não se dá boleia
A quem precisa de ir a pé
E é como quando pensas que estás a chegar
E não deste um passo
Onde estou, nada mais pode crescer
Eu sou assim, uma fênix a arder
São só os meus erros, é toda a minha culpa
Hoje até o ar anda cansado
Preciso de um enigma
Para pôr fim ao propor
Não sei o que me deu, não costumo estar assim
Desço a rua que passa, rente à boca do mundo
Sinto a vida que passa
E os rumores que circulam na boca do mundo
Onde estou, nada mais pode crescer
Eu sou assim, uma fénix a arder
São só os meus erros, é toda a minha culpa
E é tudo o que faço
E é todo o meu cansaço
Por fim, por fim…
Onde estou, nada mais pode crescer
Eu sou assim, uma fênix a arder
Onde estou, nada mais pode crescer
Eu sou assim, uma fénix a arder
São só os meus erros, é toda a minha culpa
É tudo o que faço
E é todo o meu cansaço
E é tudo o que faço
E é todo o meu cansaço
Por fim, por fim…
Sinto a vida que passa
Na boca do mundo, não se sabe quem é quem…
Labels: Mesa
domingo, 9 de março de 2008
Esta música tem uma letra esquisita... mas os GNR também não podem cantar coisas que tenham um sentido directo.
Luz vaga - Mesa ft. GNR
Luz vaga
luz vesga
a tua cruz
Já não sai
da cama a minha luz
Da sala, do quarto.
Pilha a palavra
Troca a quantidade do
Assunto modal
A tensão está normal
O lábio fora da boca
A boca fora do mal
Os teus olhos
não são de gente
O teu ar foge para cima.
Tens a perna no cimento,
tens a mão no pensamento.
Ciclope, cicloturismo
Na parte de fora
na nesga do abismo
Imaginário que remete, para onde
ainda não fui.
Convite ao universo
Com a tua própria câmara
Fecho a luz num olho
Prego a tábua à sensação.
Som da casa, quando não estás.
Dancei para te ver aqui,
eu sei que nada mais pode me ajudar.
É do nono andar?
Sim, quis pedir ajuda, mas a língua estava morta.
Sei lá! Parei de olhar,
tenho uma corda acesa,
prestes a queimar.
Não és capaz de me levar a sério.
Vou saltar em teu lugar.
Sei que nada mais pode me ajudar.
Atrasa o passo
Leva o lenço à boca
Fica na mira do choque frontal
Não é doença é um animal
Um ruído feito no acto de fingir
seres mau, mesmo a dormir.
Dancei para te ver aqui,
eu sei que nada mais pode me ajudar.
É do nono andar?
Sim, quis pedir ajuda, mas a língua estava morta.
Sei lá! Parei de olhar,
tenho uma corda acesa,
prestes a queimar.
Não és capaz de me levar a sério.
Vou saltar em teu lugar.
Labels: Mesa
